The Diary of a Teenage Girl, de Marielle Heller (2015)

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O amadurecimento, crescimento, transformação - são palavras que poderia atribuir as transformações da adolescência para a vida adulta, são inúmeros os filmes que retratam essa passagem, problema disso é que a grande maioria cai no mesmo erro, quase sempre são um fiasco de narrativa, elenco horroroso e sempre o mesmo clichê, precisa certa paciência para encarar esse tipo de filme, infelizmente, eu já não tenho tanto, para aguentar o filme de estreia de Marielle Heller, uma certa quantidade de paciência é necessária.

O filme é uma autobiografia Phoebe Gloeckner que trata como eu disse acima, de uma transição que ocorre muito cedo, a protagonista Minnie - irritante - que começa um relacionamento com o namorado de sua mãe, o que de primeira era só sexo, acaba pior do que se poderia imaginar, a garota com o sonho de ser ilustradora, a diretora constrói um mundo dinâmico para sua protagonista, as pequenas animações tomam conta da tela, colocando um tom surrealista para questionamentos ambientado nos anos 70, contam com uma fotografia interessante, e claro, cheio de estilo como é de fato, a década setentista. 

O universo da sexualidade é tratado sem qualquer maneirismo, mostrando tudo o que a protagonista, pensa - desde as coisas mais insanas, até colocar amor em tudo - existe ainda espaço para as drogas, os conflitos da idade e as complexidades familiares. O filme é só mais uma retratação da adolescência, com uma protagonista chata, situação rasas e algumas outras que beiram o absurdo em determinados momentos e nenhuma diferença das outras tantas produções, existe quem diga que é um filme em busca se adequar às manifestações feministas. Particularmente, só enxergo um filme que não se diferencia.

star1star1

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1 comentários

  1. Não conhecia esse filme... e pelo texto se mostra desnecessário. Valeu!

    abraço

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